As doenças crônicas não transmissíveis são hoje, no Brasil, as maiores causas de morte. Dentre elas, podemos citar as doenças cardiovasculares, cânceres, colesterol e triglicérides elevado, pressão alta, diabetes e obesidade. O aumento considerável destas doenças se deve, principalmente, ao estilo de vida que a maioria da população leva, ou seja, uma vida sedentária e o consumo de alimentos ricos em gorduras e açúcares e pobres em fibras e antioxidantes.
A alimentação adequada, da infância até a fase adulta, pode diminuir os riscos destas doenças: o consumo de quantidades adequadas de cada grupo de alimentos deve suprir as necessidades energéticas, ao mesmo tempo em que, as necessidades de fibras, vitaminas e minerais. Além disso, deve-se evitar o consumo de alimentos ricos em gorduras saturadas (principalmente em carnes gordas), gorduras hidrogenadas (margarinas, pastelarias e sorvetes) e açúcares (doces, refrigerantes e sucos industrializados).
A moderação no hábito alimentar cotidiano tem maior importância que o consumo ocasional excessivo. Entretanto, as pessoas não devem exagerar em eventos sociais como festas e churrascos, ocasiões em que se consomem maiores quantidades de alimentados não saudáveis, principalmente, se isso for muito frequente.
Estes cuidados podem prevenir o aparecimento e controlar as doenças crônico-degenerativas, mas o nutricionista deve ser consultado, principalmente, por indivíduos com diabetes, colesterol ou triglicérides, doenças renais ou de fígado, pressão alta, pois necessitam de orientações específicas.
Todos os grupos de alimentos são importantes para suprir as necessidades de nutrientes dos indivíduos e manter sua saúde, por isso, todos devem ser consumidos em suas quantidades adequadas. Estas quantidades variam de acordo com as necessidades de cada indivíduo.

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