quarta-feira, 28 de agosto de 2013

"Diabetes Mellitus"


 
 
Diabetes Mellitus é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e cuja função é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia a fim de que seja aproveitada por todas as células. A ausência total ou parcial desse hormônio interfere não só na queima do açúcar como na sua transformação em outras substâncias (proteínas, músculos e gordura).
Na verdade, não se trata de uma doença única, mas de um conjunto de doenças com uma característica em comum: aumento da concentração de glicose no sangue provocado por duas diferentes situações:
a) Diabetes tipo I – o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. A instalação da doença ocorre mais na infância e adolescência e é insulinodependente, isto é, exige a aplicação de injeções diárias de insulina;
 
 
b) Diabetes tipo II – as células são resistentes à ação da insulina. A incidência da doença que pode não ser insulinodependente, em geral, acomete as pessoas depois dos 40 anos de idade;
c) Diabetes gestacional – ocorre durante a gravidez e, na maior parte dos casos, é provocado pelo aumento excessivo de peso da mãe;
d) Diabetes associados a outras patologias como as pancreatites alcoólicas, uso de certos medicamentos, etc.
Sintomas
* Poliúria – a pessoa urina demais e, como isso a desidrata, sente muita sede (polidpsia);
* Aumento do apetite;
* Alterações visuais;
* Impotência sexual;
* Infecções fúngicas na pele e nas unhas;
* Feridas, especialmente nos membros inferiores, que demoram a cicatrizar;
* Neuropatias diabéticas provocada pelo comprometimento das terminações nervosas;
* Distúrbios cardíacos e renais.
Fatores de risco
* Obesidade (inclusive a obesidade infantil);
* Hereditariedade;
* Falta de atividade física regular;
* Hipertensão;
* Níveis altos de colesterol e triglicérides;
* Medicamentos, como os à base de cortisona;
* Idade acima dos 40 anos (para o diabetes tipo II);
* Estresse emocional.
Recomendações
* Acompanhamento médico especializado;
 
*  A dieta alimentar deve ser observada criteriosamente. Procure ajuda para elaborar o cardápio adequado para seu caso. Não é necessário que você se prive por toda a vida dos alimentos de que mais gosta. Uma vez ou outra, você poderá saboreá-los desde que o faça com parcimônia;
* Um programa regular de exercícios físicos irá ajudá-lo a controlar o nível de açúcar no sangue. Coloque-os como prioridade em sua rotina de vida;
* O fumo provoca estreitamento das artérias e veias. Como o diabetes compromete a circulação nos pequenos vasos sangüíneos (retina e rins) e nos grandes vasos (coração e cérebro), fumar pode acelerar o processo e o aparecimento de complicações;
* O controle da pressão arterial e dos níveis de colesterol e triglicérides deve ser feito com regularidade;
* Medicamentos à base de cortisona aumentam os níveis de glicose no sangue. Não se automedique;
* O diagnóstico precoce é o primeiro passo para o sucesso do tratamento. Não minimize seus sintomas. Procure logo um serviço de saúde se está urinando demais e sentindo muita sede e muita fome.
Tratamento
O diabetes não pode ser dissociado de outras doenças glandulares. Além da obesidade, outros distúrbios metabólicos (excesso de cortisona, do hormônio do crescimento ou maior produção de adrenalina pelas supra-renais) podem estar associados ao diabetes.
O tipo I é também chamado de insulinodependente, porque exige o uso de insulina por via injetável para suprir o organismo desse hormônio que deixou de ser produzido pelo pâncreas. A suspensão da medicação pode provocar a cetoacidose diabética, distúrbio metabólico que pode colocar a vida em risco.
O tipo II não depende da aplicação de insulina e pode ser controlado por medicamentos ministrados por via oral. A doença descompensada pode levar ao coma hiperosmolar, uma complicação grave que pode ser fatal.
Dieta alimentar equilibrada é fundamental para o controle do diabetes. A orientação de uma nutricionista e o acompanhamento de psicólogos e psiquiatras pode ajudar muito a reduzir o peso e, como consequência, cria a possibilidade de usar doses menores de remédios.
Atividade física é de extrema importância para reduzir o nível da glicose nos dois tipos de diabetes.

Você gosta de pipoca? Prepare ela de forma mais saudável

A pipoca, se preparada e consumida da forma correta, pode trazer vários benefícios para nossa saúde, pois possui nutrientes importantes para o organismo. O problema está nos acompanhamentos utilizados no preparo. “A margarina e a manteiga não são indicadas, pois saturam mais rápido que o óleo.
 
E quanto mais saturada, pior para nossa saúde, pois provocam aumento do colesterol ruim, o LDL, e a redução do colesterol bom, HDL, além de aumentar a quantidade de calorias”.
 
A quantidade de sal e temperos prontos também deve ser controlada, já que a concentração de sódio, em excesso, aumenta os riscos de hipertensão arterial e pode desencadear outras disfunções como retenção líquida e sobrecarga renal.
 
Por conter altas doses de polifenóis, antioxidantes que protegem as células do organismo contra os danos causados pelos radicais livres, a pipoca desacelera o envelhecimento, além de prevenir doenças degenerativas, como o câncer. Também eleva a concentração de antioxidante, que auxiliam na prevenção do diabetes, câncer, controle dos índices de colesterol, triglicerídeos e da glicemia, retardando o processo de esvaziamento gástrico. Por conter zeaxantina e luteína, duas substâncias antioxidantes que contribuem com a saúde dos olhos, previne ainda a catarata e degeneração macular.
 
 
O alimento também possui grande quantidade de fibras, por isso, tende a melhorar o funcionamento intestinal tanto na regularidade quanto na consistência e na formação do bolo fecal, beneficiando também a saciedade.
 
 
 
Modo de preparo:

Ingredientes: -
1/2 xícara de milho para pipoca.
1 saquinho de papel (popularmente conhecido como saquinho de pão)

Coloque o milho dentro do saquinho de papel, enrolando-o na 'boca'. Coloque no microondas e fique atento, quando o tempo entre os estouros forem menores que 2 segundos, está pronto. Sem óleo, manteiga ou margarina, seu corpo agradece; a pipoca é uma ótima fonte de fibras. E fique atento a quantidade de sal.

A FAMOSA DIETA "DUKAN" - AFINAL, DO QUE SE TRATA?

Mais uma dieta "da moda" sou totalmente contra e por isso compartilho com vocês.
 

Essa dieta foi criada pelo médico francês Pierre Dukan.

É divida em fases: ataque, transição, consolidação e estabilização. No início somente é permitido o consumo de algumas fontes de prot
eína, excluindo totalmente os carboidratos.
Em seguida é permitido além das proteínas, legumes e aos poucos é liberado o consumo de outros grupos alimentares, mas com algumas regras.

O mais "atraente" dessa dieta para os indivíduos que querem emagrecer seria a perda de peso rápida, já que é excluído totalmente o consumo de carboidrato e gordura nas fases iniciais.
Mas será que essa forma de emagrecimento é a correta?

O objetivo de uma nutrição CONSCIENTE é a mudança de hábitos alimentares.

Já ouvi uma frase e achei interessantíssima: CARBOIDRATO É VIDA SIM. E ingerido em quantidades MODERADAS faz parte de uma dieta saudável.

O carboidrato exerce funções essenciais e deve fazer parte da alimentação. O cérebro precisa do carboidrato diariamente.
Além disso, é comum ouvir de pessoas que já experimentaram dietas sem carboidrato, que notaram alterações de humor, impaciência, cansaço, irritabilidade e outras sensações desagradáveis, como mau hálito.
A gordura é importantíssima, pois é necessária para absorção de algumas vitaminas (A, D, E, K), dentre outras funções.

O ideal é procurar um nutricionista. Procure saúde, qualidade de vida e um emagrecimento gradual.

Emagrecendo aos poucos, com todos os grupos alimentares, você tem garantia que o peso perdido não será recuperado.