terça-feira, 28 de agosto de 2012

Você já usou cebola hoje?









Use e abuse da cebola!


Considerada um tempero que combina com quase todos os tipos pratos, conferindo um sabor especial.

Aliada ao melhor funcionamento do intestino, aparelho circulatório, aparelho renal e reduz o risco de câncer de estômago. 
Alem de ser rica em vitamina C, a cebola contém compostos orgânicos sulfurados que possuem ação antimicrobiana – daí sua indicação para combater resfriados.



Já a adenosina, outra de suas substancias, ajuda a melhorar o fluxo sanguíneo, dando uma força para quem sofre de problemas circulatórios.

A espécie também está cheia de flavonoides, capazes de proteger as artérias do acúmulo de colesterol.

Para garantir todos os seus princípios ativos, o melhor é consumi-la crua.

Os hipertensos podem utilizá-la como tempero nas saladas, substituído o sal. 

As cebolas devem ser guardadas em local fresco bem arejado, longe da luz e da umidade.





quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Doenças de origem alimentar ou toxinfecção alimentar




Todos sabem que os alimentos possuem papel essencial na saúde humana. No entanto, algumas pessoas desconhecem que quando não conservados, armazenados e preparados, obedecendo às normas de higiene, o alimento se torna responsável pela transmissão de doenças.
Dessa maneira, entre as doenças provenientes de alimentos contaminados encontramos a intoxicação e infecção alimentar, conhecidas no geral por toxinfecção alimentar.
Toxinfecção alimentar é o nome que se dá aos sintomas desagradáveis que uma pessoa apresenta depois de ingerir alimentos contaminados por microrganismos nocivos ao organismo, como as bactérias e outros. Provavelmente você alguma vez experimentou episódios de náuseas, vômito, febre, cólicas intestinais, diarréia, coceira na pele, entre outros, depois de ter consumido aquela maionese, frutos do mar ou doce, que por sinal estavam ótimos, naquele restaurante chiquetérrimo no almoço do domingo.
Assim, contrariando o que a maioria das pessoas acredita, os alimentos contaminados pelas bactérias normalmente possuem aparência, gostos e cheiro normais. É importante dizer que as bactérias, por serem microrganismos, são invisíveis ao olho nu. Daí a causa menos comum das doenças de origem alimentar é a ingestão de alimentos visivelmente deteriorados pelos microrganismos.
Outra causa da toxinfecção alimentar pode ser a ausência de uma higienização adequada dos manipuladores, equipamentos e utensílios que estão em contato com o alimento. Outra forma para ocorrer à doença é armazenar, distribuir e consumir alimentos que se encontram em temperaturas e tempo de exposição do alimento ideal para a multiplicação das bactérias.
Além disso, cada bactéria é única, tem preferência de alimentos, provoca diferentes sintomas no organismo saudável e possui período de incubação (tempo que demora a surgir os sintomas) que vai de 1 a 72 horas após a ingestão do alimento contaminado.

1- Escolher alimentos tratados de forma higiênica
Ainda que muitos estejam melhores em estado naturais, outros somente são seguros quando tratados. Por exemplo, convém sempre adquirir leite pasteurizado, em vez de in natura e, se possível, comprar carnes (frescas ou congeladas) que tenham sido tratadas em temperaturas adequadas para imperdir a presença de bactérias.
2- Cozinhar bem os alimentos
Muito dos alimentos crus estão em meios contaminados por microrganismos. Estes podem ser eliminados apenas por uma boa cocção (cozinhar) dos alimentos. A temperatura ideal de cocção deve atingir pelo menos 70ºC em toda massa do alimento. Os alimentos congelados devem ser completamente descongelados antes da cocção.
3 - Consumir imediatamente os alimentos cozidos
Quando os alimentos cozidos se esfriam à temperatura ambiente, os microrganismos iniciam a sua multiplicação. Quanto mais tempo se espera, maior é o risco. O ideal é manter o alimento em temperatura de até 65ºC para o consumo.
4 - Armazenar cuidadosamente os alimentos
- Temperatura de armazenamento de alimentos congelados - igual ou menor a 0ºC ou de acordo com as recomendações do fabricante;
- Temperatura de armazenamento de alimentos resfriados - de 0ºC a 10ºC ou de acordo com as recomendações do fabricante;
- Temperatura de armazenamento de alimentos cozidos - em condições de calor: acima de 65 C; em condições de frio: em torno ou abaixo de 10ºC
5 - Evitar o contato entre os alimentos crus e cozidos
Um alimento bem cozido pode se contaminar com um mínimo contato com alimentos crus. Esta contaminação "cruzada" pode ser direta, como acontece, por exemplo, quando utilizamos uma tábua para cortar a carne assada e com essa mesma tábua trinchamos a carne crua.
Entre as outras podemos citar o uso de água limpa e tratada, a lavagem constante das mãos, antes de manipular o alimento e após qualquer interrupção, a limpeza das superfícies de contato do alimento e a manutenção dos alimentos fora do alcance de insetos, roedores e outros animais.
As doenças transmitidas por alimentos através de microrganismos patogênicos são classificadas em:



Intoxicação: é quando ingerimos um alimento que contenha toxina liberada pelo microrganismo durante intensa proliferação no alimento.
Ex.: botulismo, intoxicação estafilocócica e fungos produtores de micotoxinas.

Infecção: ingestão do microrganismo presente no alimento causando infecção.
Ex.: salmonelose, shigelose

Toxinfecção: quando ingerimos um alimento contaminado por microrganismos patogênicos e estes liberam toxinas no organismo.
Ex.: Clostridium perfringens, Bacillus cereus.



A dieta equilibrada é fundamental para um bom funcionamento do cérebro em todos os ciclos da vida. A alimentação contribui para evitar o declínio das doenças degenerativas e melhoram o raciocínio.

Colina: participa na formação de novos neurônios e ajuda na reparação de células cerebrais. Ajuda na formação da acetilcolina, que é um neurotransmissor fundamental para a memória e o aprendizado. Principais fontes: gema de ovo e leticina de soja.

Ômega 3: esse é o meu queridinho! Possui ação antiinflamatória e protege contra os radicais livres. Preserva a memória e melhora a sinapse (troca de informação entre os neurônios). Principais fontes: peixes, como atum, salmão, sardinha, arenque e cavala. Semente de chia e linhaça.

Flavonóides: exercem ótimos efeitos na aprendizagem e na memória. As frutas vermelhas são as principais fontes: morango, mirtilo, ameixa preta, amora, cereja, framboesa e uva vermelha. Outro alimento que é super rico nessa substância é o cacau. Mas, se for consumir o chocolate, sempre aquele com maior teor de cacau, no mínimo 60%.

Fisetina: fortalece o amadurecimento das células nervosas além de proteger a conexão entre os neurônios. Principais fontes: morango, kiwi, maçã, uva, cebola e espinafre.

Vitaminas do Complexo B: protege os neurônios da degradação da homocisteína, um aminoácido que em grandes quantidades se torna tóxico. As vitaminas estão diretamente relacionadas na produção de glóbulos vermelhos que levam o oxigênio a massa cinzenta. Principais fontes: cereais integrais, feijão, nozes, sementes e vegetais verdes escuros.


                         

Emagrecimento: O açúcar por trás de cada alimento



Para emagrecer, uma das primeiras medidas é diminuir o consumo de açúcar. Por isso, a maioria recorre logo ao adoçante. Mas não se lembra de “contar” a qtd de açúcar nos alimentos, que pode atrapalhar seu emagrecimento.

Segundo a American Medical Association, dietas com baixo teor de açúcar são mais eficientes que as outras. Por isso, é importante ampliar sua atenção, para além dos doces.

A granola, por exemplo, em 3/4 de xícara tem o equivalente a uma colher de açúcar.
Por isso, é importante não abusar.

domingo, 5 de agosto de 2012


                                    

Caldos e sopas são muito bem vindos

Nada melhor e mais reconfortante do que uma sopinha ou caldo quente em dias de chuva fina e vento frio. Para escolher o mais indicado, é preciso compreender as diferenças entre eles. Os caldos, por exemplo, se destacam por serem mais espessos, geralmente cozidos com menos água, em fervura leve por um maior espaço de tempo. É importante abusar de ervas e especiarias para aprimorar o sabor e ingerir mais nutrientes.

As sopas, por sua vez, costumam ter consistência mais líquida e podem ser feitas com carnes, aves, peixes, vegetais, grãos, ervas finas, gengibre e orégano, entre outros ingredientes fervidos em água para uma maior extração do sabor. Não há problemas em bater a sopa no liquidificador para obter uma mistura mais cremosa – diz a especialista, ressaltando que a sopa de feijão (sem paio nem bacon) é rica em aminoácidos relacionados à produção de anticorpos e zinco, que previne doenças virais.
Outra opção para os dias frios é o consumé, um tipo de caldo geralmente feito de carne, com sabor concentrado. “Na hora de prepará-lo, é importante dar preferência a carnes sem gordura aparente, ou fazer consumés de peixe e frutos do mar, que são ricos em zinco, ajudam na fertilidade e fortalecem as células de defesa do organismo”.Os alimentos gordurosos devem ser evitados nas sopas e caldos, como paio, bacon, manteiga e creme de leite, pois a ingestão da gordura saturada que eles contêm está relacionada a doenças crônicas e degenerativas.
Receita:
Sopa de ervilha e hortelã

INGREDIENTES
- 2 cenouras
- 2 talos de aipo (salsão)
- 2 cebolas médias
- 2 dentes de alho
- azeite de oliva extravirgem
- 800 g de ervilhas congeladas
- 1 maço pequeno de hortelã fresca
- sal e pimenta-do-reino moída na hora

MODO DE PREPARO

Descasque e fatie grosseiramente as cenouras. Fatie o aipo. Descasque e pique grosseiramente as cebolas. Descasque e fatie (ou esprema) os alhos.
Coloque uma panela grande em fogo médio com 2 colheres (sopa) de azeite de oliva. Acrescente todos os seus ingredientes picados e fatiados e misture tudo com uma colher de pau. Refogue por cerca de 10 minutos com a panela semi tampada, ou até que as cenouras fiquem tenras, mas sem se despedaçarem, e a cebola esteja ligeiramente dourada.
Ferva 1,2 litro de água e adicione à panela juntamente com os vegetais. Acrescente as ervilhas. Mexa a sopa, deixe ferver e depois a mantenha em fogo brando por 10 minutos com a panela tampada. Enquanto isso, destaque as folhas de hortelã.
Quando as ervilhas estiverem tenras, retire a panela do fogo. Tempere com sal e pimenta-do-reino e adicione as folhas de hortelã.
Com um liquidificador ou um mixer, bata a sopa até que fique uniforme. Aqueça por completo antes de colocá-la nos pratos. Fica muito boa regada com azeite de oliva extravirgem.





Que tal começar o dia com mais cor?



Todos nós sabemos que uma alimentação nutritiva é fundamental para uma vida saudável. 
O café da manhã é a refeição mais importante do dia, já que reconstitui as reservas de energia utilizadas durante a noite. Isto significa romper com um jejum de 8 a 12 horas. 
Além disso, ajuda a restabelecer as funções do aparelho digestivo e acelerar o metabolismo. 
A omissão do café da manhã pode ser danos para a função cognitiva e o rendimento escolar das crianças.
Estudos experimentais publicados sobre os efeitos de um jejum prolongado (por uma noite e uma manhã) no processo de atenção e memória de crianças de 9 a 11 anos de idade mostram:
Menor estímulo de diferenciação,
Diminuição da fluência verbal,
Diminuição da atenção,
Alteração no processo de informações,
Aumento de erros; e,
Diminuição da memória.

Assim, a manutenção da glicemia, ou seja, da quantidade de açúcar no sangue em níveis normais, é essencial para o funcionamento cerebral adequado, portanto, mais uma vez destacamos o papel da nutrição, quer seja educando para melhorar o hábito alimentar, quer seja nutrindo adequadamente para o crescimento e desenvolvimento adequado.
Temos certeza que o café da manhã é muito mais do que um hábito saudável, e desta forma, incentivamos aos pais a não permitirem que seus filhos dirijam-se à escola sem realização do mesmo.




Para que serve a casca do maracujá?




A casca do maracujá é uma parte que sempre jogamos fora, mas que pode trazer alguns benefícios para a saúde. Por ser rica em uma substância chamada pectina, que nada mais é que um tipo de fibra, a casca dessa fruta tem como propriedades a redução do colesterol e a diminuição da taxa de açúcar no sangue, além de auxiliar na perda de peso.

A pectina atua formando um gel viscoso no estômago, o que retarda o esvaziamento gástrico. Com isso há sensação de saciedade, que auxilia no consumo de porções menores e, portanto, no emagrecimento, e ocorre também uma liberação mais lenta de glicose para a circulação sanguínea, ajudando a evitar picos na glicemia. Também como toda fibra, a pectina reduz a quantidade de colesterol absorvida no intestino.

É importante lembrar que apesar de suas propriedades, o simples fato de se fazer uso da casca do maracujá não substitui hábitos de vida saudáveis, como uma alimentação equilibrada e atividade física, tampouco o uso de medicamentos. 
A casca do maracujá pode ser consumida sob a forma de farinha, que você pode (e deve) fazer em casa, pois as industrializadas muitas vezes são feitas com a parte amarela da casca, que é bem mais pobre em pectina.

Como fazer a farinha:

1) Retire a polpa e corte a casca ao meio ou em pedaços

2) Coloque em uma assadeira e leve ao forno médio por cerca de meia hora, mexendo de vez em quando

3) Retire a assadeira do forno quando a casca estiver torrada e bata no liquidificador. Você também pode peneirar a farinha se quiser.

Lembre-se de não aquecer a farinha, e utiliza-lá em sucos, iogurtes, leite, frutas ou até mesmo salpicada sobre a comida. Use a sua imaginação!
A quantidade de consumo sugerida é de uma colher de sopa 3 vezes ao dia.

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