quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Os benefícios da água...

Nem todo mundo sabe, mas a água é fundamental para o corpo humano. 





Além de ser o componente mais abundante do organismo, ela realiza diversas funções, como regular a temperatura corporal e transportar os nutrientes para as células. É por isso que a ingestão diária de água é tão importante.
Quando sentimos sede significa que nosso corpo já perdeu de 1% a 2% de sua água. Essa eliminação acontece pela transpiração, urina e até mesmo pela respiração.
Como o nosso corpo não tem condições de armazenar água, essa quantidade precisa ser reposta adequadamente todos os dias. A quantidade de água necessária pode variar de acordo com o clima e a atividade física, por exemplo. Mas especialistas recomendam a ingestão diária de dois litros de água para que o corpo mantenha seu pleno funcionamento.

Via de Eliminação e quantidade de água perdida por dia sob temperatura normal (25º)

Por que 2l de água?


A recomendação de água no Brasil é feita pelo Guia Alimentar para População Brasileira, sendo baseado na quantidade de calorias padrão indicada pela ANVISA de 2000 Kcal diárias. Considera-se que para cada 1Kcal de alimento consumido é necessário 1ml de água, sendo o recomendado para população em geral 2l de água por dia.
Porém, a necessidade do consumo de água em populações saudáveis, muda conforme faixa etária, gênero e estado fisiológico, ou ainda por fatores ambientais e níveis de atividade física.
As recomendações de água pela DRI são baseadas na Adequate Intake, a análise do consumo de água em uma população saudável, que consegue manter a hidratação e funções fisiológicas adequadas com o consumo observado.
Cada fase da vida possui uma recomendação específica, pois, o nosso organismo sofre mudanças e as necessidades de nutrientes são diferentes em cada etapa.

Porcentagem de Água Corporal total nas diferentes faixas etárias e de acordo com o sexo

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A melhor maneira de nos prepararmos para o futuro, é concentrar toda nossa imaginação e entusiasmo na execução perfeita do trabalho de hoje.
 
 
 

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Abacate...


        
O abacate é rico em vitamina E, gorduras monoinsaturadas (a mesma o azeite de Oliva), vitaminas, sais minerais e glutationa, um poderoso antioxidante. Seu acentuado valor energético é relacionado ao seu conteúdo em gorduras, responsável pelo aumento do colesterol HDL (considerado o bom colesterol, pois protege as artérias ao invés de destruí-las).
Valor Calórico: 100 gramas de abacate fornecem 162 calorias
Propriedades Medicinais: O abacate beneficia as artérias, reduz o mau colesterol e dilata os vasos sangüíneos. Sua gordura age como antioxidante, bloqueando a
toxidade do colesterol LDL, que destrói as artérias. Além disso, é um poderoso bloqueador de trinta agentes cancerígenos diferentes.
Apesar do seu consumo ser recomendado pelos efeitos benéficos, é necessário que haja o mesmo monitoramento que também devem ocorrer com todas as outras gorduras provenientes da alimentação. 
 

É importante consultar um nutricionista que poderá elaborar um Plano Alimentar equilibrado e adaptado ao seu perfil e histórico clínico.

Óleo de coco aumenta o colesterol bom e diminui a glicemia

                                           
 
Em um estudo pioneiro, pesquisadores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) comprovaram que a ingestão de óleo de coco aumenta o nível do colesterol bom.
O HDL (Lipoproteína de Alta Densidade, na sigla em inglês) é uma substância lipídica responsável por transportar gorduras presentes na corrente sanguínea, sendo fundamental para combater doenças cardiovasculares.
A pesquisa foi realizada por Christine Erika Vogel, orientada pelas professoras Márcia Soares da Mota e Eliane Lopes Rosado.

Qualidade da gordura

A ideia da pesquisa surgiu do fato de a literatura científica apontar a importância da qualidade do lipídio ingerido como um adjuvante no tratamento dietoterápico da obesidade. Estudos prévios propuseram que os triglicerídeos de cadeia média (TCM), tipo de lipídio encontrado no óleo de coco, favorecem a perda de peso por induzirem o aumento do gasto energético basal e da termogênese induzida pela dieta - esclarece Márcia Soares.
A pesquisa foi realizada com indivíduos adultos entre 20 e 59 anos, obesos de grau 1 (IMC entre 30 e 34,9 kg/m2). "Foram analisados 29 homens que fizeram exames de sangue para análise dos parâmetros bioquímicos - colesterol, insulina, glicose e lipídios", relata a pesquisadora. Também foram considerados: a massa corporal, os percentuais de massa magra e massa gorda.

Consumo de óleo de coco extravirgem

Em um segundo momento, os pacientes foram divididos aleatoriamente em dois grupos. Ambos fizeram uma dieta que consistia no consumo de pão branco, queijo cottage, bolachas de sal e suco industrializado. Porém, um grupo teve que ingerir 13g de óleo de coco extravirgem, enquanto o segundo ingeria a mesma quantidade de óleo de soja. "Os indivíduos só tomaram conhecimento sobre o tipo de óleo consumido após o término do estudo", esclarece Márcia.
Novamente foi feita a coleta de sangue dos participantes do estudo. Posteriormente os pesquisadores formularam uma dieta balanceada para os voluntários. No jantar, metade teria que consumir 13g de óleo de coco, como tempero, e a outra metade 13g de óleo de soja. Após 45 dias novos testes sanguíneos comprovaram as expectativas do estudo.

Elevação do HDL e queda da glicemia

Foi significativo o aumento dos índices do colesterol HDL nos pacientes que utilizaram o óleo de coco, que ainda reduziu as taxas de glicemia - glicose em jejum - e a resistência à insulina, fatores positivos para prevenção e controle do diabetes.
"Apesar dos resultados promissores encontrados na pesquisa, ainda não se pode, a partir desses dados preliminares, garantir uma recomendação populacional de uso do óleo de coco, pois há a necessidade de expandirmos o tempo de estudo e aumentarmos o número de voluntários, visando à confirmação dos efeitos benéficos. No entanto, vale destacar que o uso de óleo de coco, na quantidade de uma colher de sopa por dia, associado a um plano alimentar adequado, é seguro para o perfil lipídico e glicídico dos indivíduos," afirma Márcia Soares.
O grupo de pesquisadores ainda pretende incrementar o estudo. "Nossas metas futuras incluem a realização do mesmo desenho de estudo; entretanto, em tempo maior, 90 dias, bem como a introdução de um grupo de voluntários diabéticos no estudo. Além da dissertação de mestrado da aluna Christine Érika Vogel, objetivamos a publicação dos dados em revistas científicas internacionais."

Óleo de peixe previne perda de peso durante a quimioterapia.

         

A perda de peso é comum em pacientes durante quimioterapia para tumores agressivos, tanto porque o tratamento pode reduzir o apetite quanto porque tumores levam à perda de massa muscular.
Agora, uma nova pesquisa indica que o óleo de peixe pode em breve estar no menu de pessoas com câncer, justamente para evitar essa perda de peso durante a quimioterapia.
Estudos anteriores sobre o mesmo tema eram inconclusivos. Experiências sugeriam que o óleo de peixe poderia ajudar, mas ensaios clínicos maiores não obtiveram evidências, possivelmente porque envolveram pessoas com câncer avançados, que são difíceis de tratar.
No novo estudo, os pesquisadores demonstraram que 16 pessoas diagnosticadas com câncer de pulmão que receberam 2,2 gramas de óleo de peixe por dia mantiveram seu peso durante a quimioterapia. Um grupo controle, que passou pelo tratamento sem o óleo, perdeu uma média de 2,3 kg no mesmo período.
Os cientistas acreditam que o óleo de peixe ajuda a prevenir a perda de peso através da redução da resposta inflamatória do câncer que causa a degradação do músculo.

Fonte: http://www.newscientist.com/article/dn20176-fish-oil-prevents-weight-loss-during-chemotherapy.html?DCMP=OTC-rss&nsref=online-news