quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Doenças de origem alimentar ou toxinfecção alimentar




Todos sabem que os alimentos possuem papel essencial na saúde humana. No entanto, algumas pessoas desconhecem que quando não conservados, armazenados e preparados, obedecendo às normas de higiene, o alimento se torna responsável pela transmissão de doenças.
Dessa maneira, entre as doenças provenientes de alimentos contaminados encontramos a intoxicação e infecção alimentar, conhecidas no geral por toxinfecção alimentar.
Toxinfecção alimentar é o nome que se dá aos sintomas desagradáveis que uma pessoa apresenta depois de ingerir alimentos contaminados por microrganismos nocivos ao organismo, como as bactérias e outros. Provavelmente você alguma vez experimentou episódios de náuseas, vômito, febre, cólicas intestinais, diarréia, coceira na pele, entre outros, depois de ter consumido aquela maionese, frutos do mar ou doce, que por sinal estavam ótimos, naquele restaurante chiquetérrimo no almoço do domingo.
Assim, contrariando o que a maioria das pessoas acredita, os alimentos contaminados pelas bactérias normalmente possuem aparência, gostos e cheiro normais. É importante dizer que as bactérias, por serem microrganismos, são invisíveis ao olho nu. Daí a causa menos comum das doenças de origem alimentar é a ingestão de alimentos visivelmente deteriorados pelos microrganismos.
Outra causa da toxinfecção alimentar pode ser a ausência de uma higienização adequada dos manipuladores, equipamentos e utensílios que estão em contato com o alimento. Outra forma para ocorrer à doença é armazenar, distribuir e consumir alimentos que se encontram em temperaturas e tempo de exposição do alimento ideal para a multiplicação das bactérias.
Além disso, cada bactéria é única, tem preferência de alimentos, provoca diferentes sintomas no organismo saudável e possui período de incubação (tempo que demora a surgir os sintomas) que vai de 1 a 72 horas após a ingestão do alimento contaminado.

1- Escolher alimentos tratados de forma higiênica
Ainda que muitos estejam melhores em estado naturais, outros somente são seguros quando tratados. Por exemplo, convém sempre adquirir leite pasteurizado, em vez de in natura e, se possível, comprar carnes (frescas ou congeladas) que tenham sido tratadas em temperaturas adequadas para imperdir a presença de bactérias.
2- Cozinhar bem os alimentos
Muito dos alimentos crus estão em meios contaminados por microrganismos. Estes podem ser eliminados apenas por uma boa cocção (cozinhar) dos alimentos. A temperatura ideal de cocção deve atingir pelo menos 70ºC em toda massa do alimento. Os alimentos congelados devem ser completamente descongelados antes da cocção.
3 - Consumir imediatamente os alimentos cozidos
Quando os alimentos cozidos se esfriam à temperatura ambiente, os microrganismos iniciam a sua multiplicação. Quanto mais tempo se espera, maior é o risco. O ideal é manter o alimento em temperatura de até 65ºC para o consumo.
4 - Armazenar cuidadosamente os alimentos
- Temperatura de armazenamento de alimentos congelados - igual ou menor a 0ºC ou de acordo com as recomendações do fabricante;
- Temperatura de armazenamento de alimentos resfriados - de 0ºC a 10ºC ou de acordo com as recomendações do fabricante;
- Temperatura de armazenamento de alimentos cozidos - em condições de calor: acima de 65 C; em condições de frio: em torno ou abaixo de 10ºC
5 - Evitar o contato entre os alimentos crus e cozidos
Um alimento bem cozido pode se contaminar com um mínimo contato com alimentos crus. Esta contaminação "cruzada" pode ser direta, como acontece, por exemplo, quando utilizamos uma tábua para cortar a carne assada e com essa mesma tábua trinchamos a carne crua.
Entre as outras podemos citar o uso de água limpa e tratada, a lavagem constante das mãos, antes de manipular o alimento e após qualquer interrupção, a limpeza das superfícies de contato do alimento e a manutenção dos alimentos fora do alcance de insetos, roedores e outros animais.
As doenças transmitidas por alimentos através de microrganismos patogênicos são classificadas em:



Intoxicação: é quando ingerimos um alimento que contenha toxina liberada pelo microrganismo durante intensa proliferação no alimento.
Ex.: botulismo, intoxicação estafilocócica e fungos produtores de micotoxinas.

Infecção: ingestão do microrganismo presente no alimento causando infecção.
Ex.: salmonelose, shigelose

Toxinfecção: quando ingerimos um alimento contaminado por microrganismos patogênicos e estes liberam toxinas no organismo.
Ex.: Clostridium perfringens, Bacillus cereus.



A dieta equilibrada é fundamental para um bom funcionamento do cérebro em todos os ciclos da vida. A alimentação contribui para evitar o declínio das doenças degenerativas e melhoram o raciocínio.

Colina: participa na formação de novos neurônios e ajuda na reparação de células cerebrais. Ajuda na formação da acetilcolina, que é um neurotransmissor fundamental para a memória e o aprendizado. Principais fontes: gema de ovo e leticina de soja.

Ômega 3: esse é o meu queridinho! Possui ação antiinflamatória e protege contra os radicais livres. Preserva a memória e melhora a sinapse (troca de informação entre os neurônios). Principais fontes: peixes, como atum, salmão, sardinha, arenque e cavala. Semente de chia e linhaça.

Flavonóides: exercem ótimos efeitos na aprendizagem e na memória. As frutas vermelhas são as principais fontes: morango, mirtilo, ameixa preta, amora, cereja, framboesa e uva vermelha. Outro alimento que é super rico nessa substância é o cacau. Mas, se for consumir o chocolate, sempre aquele com maior teor de cacau, no mínimo 60%.

Fisetina: fortalece o amadurecimento das células nervosas além de proteger a conexão entre os neurônios. Principais fontes: morango, kiwi, maçã, uva, cebola e espinafre.

Vitaminas do Complexo B: protege os neurônios da degradação da homocisteína, um aminoácido que em grandes quantidades se torna tóxico. As vitaminas estão diretamente relacionadas na produção de glóbulos vermelhos que levam o oxigênio a massa cinzenta. Principais fontes: cereais integrais, feijão, nozes, sementes e vegetais verdes escuros.


                         

Emagrecimento: O açúcar por trás de cada alimento



Para emagrecer, uma das primeiras medidas é diminuir o consumo de açúcar. Por isso, a maioria recorre logo ao adoçante. Mas não se lembra de “contar” a qtd de açúcar nos alimentos, que pode atrapalhar seu emagrecimento.

Segundo a American Medical Association, dietas com baixo teor de açúcar são mais eficientes que as outras. Por isso, é importante ampliar sua atenção, para além dos doces.

A granola, por exemplo, em 3/4 de xícara tem o equivalente a uma colher de açúcar.
Por isso, é importante não abusar.